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Lowsumerism e o que fazer com a publicidade

07/11/2016 | Categoria: INOVAÇÃO E CRIATIVIDADE
Vivemos em um mundo urgente e imediatista, onde tudo acontece extremamente rápido e tudo funciona meio que no automático. Produtos vão sendo lançados com data de validade, empresas caem e se levantam, a economia contorna crises feito um cachorro atrás do próprio rabo e as coisas continuam na mesma.

O “sonho americano” e os avanços da Revolução Industrial se tornaram o consumismo desenfreado que vivemos hoje em dia. As pregações de uma indústria cultural que vende este tipo de consumo, em toda forma artística, acabaram se tornando a regra máxima de todo ser humano que nasce no planeta.

Todos querem ter tudo. Mas para que? Em contrapartida com tudo isso, o Lowsumerism vem com uma alternativa para esse consumismo exacerbado. O conceito pega duas palavras, Low (baixo) e Consumerism (consumismo) e as une formando o termo Lowsumerism e que já em seu nome, dá a ideia chave para o que ele significa. Baixo Consumismo.

O alto consumismo está nos levando a um caminho sem volta, onde o planeta sofrerá graves consequências (que já podem ser observadas) e, não obstante, o próprio ser humano.

A primeiro olhar, uma cultura de baixo consumo pode ser interpretada como algo extremamente nocivo para a publicidade, algo que acabaria com a área da comunicação focada em fazer as pessoas comprarem. Na realidade, o baixo consumo implicaria em uma reeducação da publicidade em geral.

O conceito de crescer para crescer e de acúmulo de bens, além de manter os produtos com uma baixa durabilidade, faz com que publicidade priorize a quantidade de vendas, e isso é o que nos traz à comunicação viral, hiperbólica e intrusiva, que vemos em muitos casos hoje em dia.

O baixo consumo pode trazer o contrário de tudo isso e colher benefícios que farão diferença para as futuras gerações. Isso acaba contribuindo com questões ambientais, socioeconômicas e também com uma publicidade menos oportunista e mais honesta, sem tanta exposição e que também teria parte fundamental em relação a estas mudanças.

Mas, ainda assim, é um processo lento de reeducação o qual todos devemos participar. Afinal, nós publicitários também somos consumidores e, como consumidores, devemos nos preocupar com o que nossa área causa em relação a nós e a todos ao nosso redor. O que significa que a mudança deve começar entre nós mesmos, para que então possamos, devagarinho, mudar a maneira como trabalhamos. 

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